quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

                   SEMANA DA GRAMÁTICA  PARA CONCURSOS PUBLICOS 

Vamos iniciar pelo básico :

    MÓDULO I  Fonologia, Tonicidade e Acentuação Gráfica 


  

Módulo I (aula 1) – o que é fonema?


Olá! Esta é a primeira aula do Módulo I - Fonologia, Tonicidade e Acentuação
 
E hoje nós vamos iniciar o conteúdo de Fonologia, uma parte importante da gramática que vai nos ajudar a compreender melhor a organização dos sons de nossa língua, além de ser a base para outros assuntos importantes, como ortografia e acentuação.
 
Vamos lá!
 

 FONOLOGIA


Fonologia é uma parte da gramática que se dedica ao estudo dos sons de uma língua, tendo como foco o funcionamento e a organização dos sons dentro do sistema comunicativo. É exatamente isso que iremos estudar aqui.

Sendo assim, a Fonologia não pode ser confundida com Fonética, outra parte da gramática que também estuda os sons da língua, porém focada na produção, transmissão e recepção dos sons da fala humana, considerando seus aspectos físicos e fisiológicos (aparelho fonador, zonas de articulação etc).

 A SÍLABA 

As palavras não são faladas de uma vez só, mas sim por partes menores chamadas sílabas. As sílabas são, portanto, as partes de uma palavra que são pronunciadas numa única emissão sonora, uma de cada vez. Por exemplo: a palavra ESCADA é pronunciada em 3 emissões (ES-CA-DA). Logo, "es-ca-da" tem três sílabas.
 

 O FONEMA 

Dentro de cada sílaba existem sons menores ainda: são os fonemas. O fonema é, portanto, a menor unidade sonora que compõe uma palavra. Assim, a palavra ESCADA, por exemplo, apresenta 6 letras (E, S, C, A, D, A) e 6 fonemas (E, S, K, A, D, A). Note que a letra “C” tem som de “K”. Logo, a letra C representa, graficamente, o fonema /K/.

Essa é a diferença entre letra e fonema: a letra é a representação gráfica (visual) e o fonema é o som.

 RELAÇÃO ENTRE LETRA E FONEMA 

O fonema, de modo geral, representa o som de uma letra de uma palavra. Porém, é preciso ter atenção, pois pode haver letra sem som (como a letra “h” em “hospital”), duas letras com um som só (como “rr”, em “carro”), um mesmo som representado por letras diferentes (“sela” e “cela”), uma letra com som de outra letra (já vimos que em "escada", a letra "c" tem som de "k") e assim por diante. São, de fato, muitas as possibilidades!

Como foi possível perceber, nós não escrevemos as palavras exatamente da forma que falamos, de modo que nem sempre teremos uma quantidade igual de letras e de fonemas dentro de uma mesma palavra.

Exemplo 1: A palavra HOTEL tem cinco letras (h, o, t, e, l), mas tem quatro fonemas, visto que falamos OTÉU. Ou seja: a letra “h” não tem som e, portanto, não conta como fonema.

Exemplo 2: A palavra CARRO tem cinco letras (c, a, r, r, o), mas quatro fonemas, pois "rr" conta como um único som, ou seja: um único fonema. Logo, se separarmos os sons, contaremos quatro fonemas : 

1

2

3

4

C

A

RR

O

Por ser um conjunto de duas letras, porém com um único som, "rr" é um exemplo de dígrafo. Outros exemplos de dígrafo: ch, lh, nh, ss, sc, sç, xc, qu, gu.


Exemplo 3: A palavra TÁXI tem quatro letras, porém ela tem cinco fonemas (porque a pronúncia é TÁKSI). Ou seja: a letra “x”, quando pronunciada em TÁXI, tem o som de “KS”. Isso significa que uma letra pode ter mais de um fonema. Trata-se de um dífono

Exemplo 4: A palavra ANDAR tem 5 letras, porém 4 fonemas, pois a letra “N” apenas nasaliza a vogal “a”, não contando como fonema (ou seja: ÃDAR). Trata-se de um dígrafo vocálico. Outros exemplos: am, an, em, en, im, in, om, on, um, un

Conclusão: Perceba, pelos exemplos, que uma palavra pode ter quantidades diferentes de letras e de fonemas. É preciso, portanto, ter especial atenção aos dígrafos (duas letras com um som), aos dífonos (uma letra com dois sons) e à nasalização (quando "n" ou "m" nasaliza a vogal anterior).

Exemplos de palavras com o mesmo número de letras e fonemas:

Palavra

Transcrição (simplificada)

Transcrição (oficial)

Quantidade

JANELA

/janéla/

/ʒaˈne.la/

6 letras, 6 fonemas

PATO

/pátu/

/ˈpa.tu/

4 letras, 4 fonemas

EXAME

/ezâmi/

/eˈza.mi/

5 letras, 5 fonemas

 

Exemplos de palavras com dígrafo (duas letras com um fonema):

Palavra

Transcrição (simplificada)

Transcrição (oficial)

Quantidade

CHUVA

/xúva/

/ˈʃu.va/

5 letras, 4 fonemas

SOSSEGO

/sosêgu/

/soˈse.ɡu/

7 letras, 6 fonemas

FERRO

/féro/

fɛ.ʀu/

5 letras, 4 fonemas

 

Exemplos de palavras com dígrafo vocálico (nasalização de vogal):

Palavra

Transcrição (simplificada)

Transcrição (oficial)

Quantidade

TEMPO

/tpu/

/ˈtẽ.pu/

5 letras, 4 fonemas

CANTO

/cãtu/

/ˈkɐ̃.tu/

5 letras, 4 fonemas

VENTO

/vtu/

/ˈvẽ.tu/

5 letras, 4 fonemas


Exemplos de palavras com dífono (uma letra com dois fonemas):

Palavra

Transcrição (simplificada)

Transcrição (oficial)

Quantidade

TÓRAX

/tóraks/

/ˈtɔ.ɾaks/

5 letras, 6 fonemas

XICO

/tóksico/

/ˈtɔ.ksi.ku/

6 letras, 7 fonemas

LÁTEX

/láteks/

/ˈla.tɛks/

5 letras, 6 fonemas

 

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sábado, 15 de abril de 2023

EGITO

 A Civilização egípcia data do ano de 4.000 a.C., permanecendo relativamente estável por 35 séculos, apesar de inúmeras invasões das quais foi vítima.

Em 1822, o francês Jean François Champollion decifrou a antiga escrita egípcia tornando possível o acesso direto às fontes de informação egípcias. Até então, o conhecimento sobre o Egito era obtido através de historiadores da Antiguidade greco-romana.

O MEIO AMBIENTE E SEUS IMPACTOS

Localizado no nordeste africano de clima semi-árido e chuvas escassas ao longo do ano, o vale do rio Nilo é um oásis em meio a uma região desértica. Durante a época das cheias, o rio depositava em suas margens uma lama fértil na qual durante a vazante eram cultivados cereais e hortaliças.

O rio Nilo é essencial para a sobrevivência do Egito. A interação entre a ação humana e o meio ambiente é evidente na história da civilização egípcia, pois graças à abundância de suas águas era possível irrigar as margens durante o período das cheias. A necessidade da construção de canais para irrigação e de barragens para armazenar água próximo às plantações foi responsável pelo aparecimento do Estado centralizado.

Nilo > agricultura de regadio > construção de obras de irrigação que exigiam forte centralização do poder >monarquia teocrática

EVOLUÇÃO HISTÓRICA

A história política do Egito Antigo é tradicionalmente dividida em duas épocas:

Pré-Dinástica (até 3200 a.C.):ausência de centralização política.

População organizada emnomos(comunidades primitivas) independentes da autoridade central que era chefiada pelosmonarcas. A unificação dos nomos se deu em meados do ano 3000 a.C., período em que se consolidaram a economia agrícola, a escrita e a técnica de trabalho com metais como cobre e ouro.

Dois reinosAlto Egito(sul) eBaixo Egito(norte) surgiram por volta de 3500 a.C. em consequência da necessidade de se unir esforços para a construção de obras hidráulicas.

Dinástica:forte centralização política

Menés, rei do Alto Egito, subjugou em 3200 a.C. o Baixo Egito. Promoveu a unificação política das duas terras sob uma monarquia centralizada na imagem do faraó, dando início ao Antigo Império, Menés tornou-se o primeiro faraó. Os monarcas passaram a ser “governadores” subordinados à autoridade faraônica.


                         


     PERÍODOS DA ÉPOCA DINÁSTICA

A Época Dinástica é dividida em três períodos:

Antigo Império (3200 a.C. – 2300 a.C.)

Capital: Mênfis

Foi inventada a escrita hieroglífica.

Construção das grandes pirâmides de Gizé, entre as quais as mais conhecidas são as de Quéops, Quéfrem e Miquerinos. Esses monumentos, feitos com blocos de pedras sólidas, serviam de túmulos para os faraós. Tais construções exigiam avançadas técnicas de engenharia e grande quantidade de mão-de-obra.

Invasão dos povos nômades > fragmentação do poder

Médio Império (c. 2040-1580 a.C.)

Durante 200 anos o Antigo Egito foi palco de guerras internas marcadas pelo confronto entre o poder central do faraó e os governantes locais – nomarcas. A partir de 2040 a.C., uma dinastia poderosa (a 12ª) passou a governar o País iniciando o período mais glorioso do Antigo Egito: o Médio Império. Nesse período:

● Capital: Tebas

● Poder político: o faraó dividia o trono com seu filho para garantir a sucessão ainda em vida

● Poder central controlava rigorosamente todo o país

● Estabilidade interna coincidiu com a expansão territorial

● Recenseamento da população, das cabeças de gado e de terras aráveis visando a fixação de impostos

● Dinamismo econômico

Os Hicsos

Rebeliões de camponeses e escravos enfraqueceram a autoridade central no final do Médio Império, permitindo aos hicsos - um povo de origem caucasiana com grande poderio bélico que havia se estabelecido no Delta do Nilo – conquistar todo o Egito (c.1700 a.c.). Os hicsos conquistaram e controlaram o Egito até 1580 a.C. quando o chefe militar de Tebas derrotou-os. Iniciou-se, então, um novo período na história do Egito Antigo, que se tornou conhecido como Novo Império.

As contribuições dos hicsos foram:

● fundição em bronze

● uso de cavalos

● carros de guerra

● tear vertical


                



Novo Império - (c. 1580 - 525 a.C.)

O Egito expulsou os hicsos conquistando, em seguida, a Síria e a Palestina.

● Capital: Tebas.

● Dinastia governante descendente de militares.

● Aumento do poder dos sacerdotes e do prestígio social de militares e burocratas.

● Militarismo e expansionismo, especialmente sob o reinado dos faraós Tutmés e Ramsés.

● Conquista da Síria, Fenícia, Palestina, Núbia, Mesopotâmia, Chipre, Creta e ilhas do Mar Egeu.

● Afluxo de riqueza e escravos e aumento da atividade comercial controlada pelo Estado.

● Amenófis IV promoveu uma reforma religiosa para diminuir a autoridade dos sacerdotes e fortalecer seu poder implantando o monoteísmo (a crença numa única divindade) durante seu reino.

● Invasões dos “povos do mar” (ilhas do Mediterrâneo) e tribos nômades da Líbia conseqüente perda dos territórios asiáticos.

● Invasão dos persas liderados por Cambises.

● Fim da independência política.

Com o fim de sua independência política o Egito foi conquistado em 343 a.C. pelos persas. Em 332 a.C. passou a integrar o Império Macedônio e, a partir de 30 a.C., o Império Romano.

ASPECTOS ECONÔMICOS

Base econômica:

● Agricultura de regadio com cultivo de cereais (trigo, cevada, algodão, papiro, linho) favorecida pelas obras de irrigação.

● Agricultura extensiva com um alto nível de organização social e política.

● Outras atividades econômicas: criação de animais (pastoreio), artesanato e comércio.

ASPECTOS POLÍTICOS

Monarquia teocrática:

● O governante (faraó) era soberano hereditário, absoluto e considerado uma encarnação divina. Era auxiliado pela burocracia estatal nos negócios de Estado.

● Havia uma forte centralização do poder com anulação dos poderes locais devido à necessidade de conjugação de esforços para as grandes construções.

● O governo era proprietário das terras e cobrava impostos das comunidades camponesas (servidão coletiva). Os impostos podiam ser pagos via trabalho gratuito nas obras públicas ou com parte da produção



                           



ASPECTOS SOCIAIS

● Predomínio das sociedades estamentais (compostas por categorias sociais, cada uma possuía sua função e seu lugar na sociedade).

● O Egito possuía uma estrutura social estática e hierárquica vinculada às atividades econômicas. A posição do indivíduo na sociedade era determinada pela hereditariedade (o nascimento determina a posição social do indivíduo).

● A estrutura da sociedade egípcia pode ser comparada a uma pirâmide. No vértice o faraó, em seguida a alta burocracia (altos funcionários, sacerdotes e altos militares) e, na base, os trabalhadores em geral . A sociedade era dividida nas seguintes categorias sociais:

● O faraó e sua família - O faraó era a autoridade suprema em todas as áreas, sendo responsável por todos os aspectos da vida no Antigo Egito. Controlava as obras de irrigação, a religião, os exércitos, promulgação e cumprimento das leis e o comércio. Na época de carestia era responsabilidade do faraó alimentar a população.

● aristocracia (nobreza e sacerdotes). A nobreza ajudava o faraó a governar.

● grupos intermediários (militares, burocratas, comerciantes e artesãos)

● camponeses

● escravo

Os escribas, que dominavam a arte da escrita (hieróglifos), governantes e sacerdotes formavam um grupo social distinto no Egito.

ASPECTOS CULTURAIS

● A cultura era privilégio das altas camadas.

● Destaque para engenharia e arquitetura (grandes obras de irrigação, templos, palácios).

● Desenvolvimento de técnicas de irrigação e construção de barcos.

● Desenvolvimento da técnica de mumificação de corpos.

● Conhecimento da anatomia humana.

● Avanços na Medicina.

● Escrita pictográfica (hieróglifos).

● Calendário lunar.

● Avanços na Astronomia e na Matemática, tendo como finalidade a previsão de cheias e vazantes.

● Desenvolvimento do sistema decimal. Mesmo sem conhecer o zero, os egípcios criaram os fundamentos da Geometria e do Cálculo.

● Engenharia e Artes.

● Jogavam xadrez.

ASPECTOS RELIGIOSOS

● Politeísmo

● Culto ao deus Sol

● As divindades são representadas com formas humanas (politeísmo antropomórfico), com corpo de animal ou só com a cabeça de um bicho (politeísmo antropozoomórfico)

● Crença na vida após a morte (Tribunal de Osíris), daí a necessidade de preservar o cadáver, desenvolvimento de técnicas de mumificação, aprimoramento de conhecimentos médico-anatômicos.




 

                                         ANTIGUIDADE ORIENTAL

As mais antigas civilizações da história surgiram na Antiguidade Oriental entre os anos 4.000 a.C. e 2.000 a.C. Foram as chamadas civilizações hidráulicas.



As Principais civilizações da Antiguidade Oriental foram:

● egípcios (Vale do Nilo)

● mesopotâmicos (Vale do Tigre e Eufrates)

● hebreus (Vale do Jordão) fenícios (Líbano atual)

● persas (Planalto do Irã)

● hindus (Planície Indo-gangética)

● chineses (Vales do Tang-tse e Huang Ho).

Estas civilizações apresentaram características comuns como a escrita, a arquitetura monumental, a agricultura extensiva, a domesticação de animais, a metalurgia, a escultura, a pintura em cerâmica, a divisão da sociedade em classes e a religião organizada (estruturada com sacerdotes, lugares para reverenciar os deuses e assim por diante).

A invenção da escrita permitiu ao homem registrar e difundir ideias, descobertas e acontecimentos que ocorriam ao seu redor. Esse avanço é responsável por grandes progressos científicos e tecnológicos que possibilitaram o surgimento de civilizações mais complexas.

Exemplos de tipo de escrita:

● Suméria - cuneiforme (gravação de figuras com estilete sobre tábua de argila)

● Egito - hieroglífica (com ideogramas)

● Fenícia (atual Líbano) Fonético - (alfabeto)

                                                    


Apesar da fixação dos diversos grupos humanos em áreas próximas aos rios (abastecimento de água e comunicação) ter ocorrido em regiões distintas, a maioria das civilizações da Antiguidade se desenvolveu no Crescente Fértil. Esta área possui a forma de arco e estende-se do Vale do Jordão à Mesopotâmia, além de abrigar os rios Tigres e Eufrates. A revolução agrícola e a fixação de grupos humanos em locais determinados ocorreram simultaneamente no Crescente Fértil. Neste mesmo período outras civilizações se desenvolveram às margens dos rios Nilo (egípcia), Amarelo (chinesa), Indo e Gânges (paquistanesa e indiana).

ASPECTOS ECONÔMICOS

Predomínio da agricultura de subsistência e de regadio, devido ao aumento das comunidades ribeirinhas que tornaram-se conhecidas como civilizações hidráulicas. Neste período, a construção de canais de irrigação que permitiam levar a água onde fosse necessária era de grande importância.

Principal atividade: Cultivo de cereais. Comércio e artesanato eram atividades secundárias.

Exceção: fenícios, dedicados predominantemente ao comércio marítimo (talassocracia no Mediterrâneo).

ASPECTOS SOCIAIS

Predomínio da sociedade estamental; nessa, cada grupo social tem uma posição e uma função definida. A posição social é determinada pela hereditariedade. A estrutura é estática (não há mobilidade social) e hierárquica, sendo vinculada às atividades econômicas.

Regime de trabalho:

A maior parcela da comunidade trabalhava sob um regime de servidão coletiva . As Comunidades camponesas produziam excedentes agrícolas entregues ao Estado sob a forma de impostos (os camponeses não eram escravos já que viviam em comunidades, produziam seus próprios alimentos e construíam suas moradias).

Divisão da sociedade:

● Soberano e aristocracia (nobres e sacerdotes)

● Grupos intermediários (burocratas, militares, mercadores e artesãos).

● Camponeses

● Escravos utilizados na construção de obras públicas (obras de irrigação, templos, palácios e outros).

Exceções:

● Fenícios, sociedade de classes (hierarquia baseada na riqueza móvel).

● Hindus, sociedade de castas (de origem religiosa e absolutamente impermeável).

Particularidades e diferenças dos modelos econômicos e sociais:


                            





ASPECTOS RELIGIOSOS

Predomínio do politeísmo (acreditavam na existência de inúmeros deuses). Os deuses tinham estreitos vínculos com as atividades e as forças da Natureza.

Exceções:

● Monoteísmo: hebreus e egípcios durante o reinado do Faraó Amenófis IV

● Dualismo: persas (zoroastrismo).

Modelos Religiosos:


                                         



ASPECTOS POLÍTICOS

Estado fortemente centralizado que possuía as terras e controlava a mão-de-obra.

A religião justificava o poder absoluto do governante, por isto, neste período, havia predomínio das monarquias despóticas (absolutas) de caráter teocrático.

Teocracia é uma forma de governo na qual a autoridade, proveniente de um Deus, é exercida por seus representantes na terra. O Egito Antigo foi um dos exemplos mais extremados de teocracia.

Exceção:

Fenícios, organizados em cidades-estados monárquicas ou republicanas, controladas por oligarquias mercantis.

Modelos Políticos:

       


                                                   




ASPECTOS CULTURAIS

Forte influência religiosa na vida cultural, principalmente entre egípcios e hebreus.

Desenvolvimento científico mais importante entre os egípcios (Matemática e Medicina) e entre os caldeus (Matemática e Astronomia).

Arte principal: Arquitetura, tendo a Escultura e a Pintura como artes auxiliares.

Escrita predominantemente ideográfica (no Egito: hieróglifos; na Mesopotâmia: cuneiformes). Criação da escrita fonética pelos fenícios.

Direito baseado no princípio de Talião. Primeiro conjunto de leis escritas: Código de Hamurabi (Mesopotâmia).

MEIO AMBIENTE E SEUS IMPACTOS

As civilizações existentes nesse período tinham muitos pontos em comum. Entretanto, as condições ambientais e naturais nas quais viveram fizeram com que cada um desses grupos se desenvolvesse de forma única e independente.


   


CONTRIBUIÇÕES E REALIZAÇÕES DAS CIVILIZAÇÕES DA ANTIGUIDADE ORIENTAL
















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